Fazia muito calor àqueles dias, janeiro a cidade muito movimentada, carros indo e vindo, soltando fumaça para todos os lados, o bafo quente do asfalto deixava tudo ainda mais abafado, constipado.
Sofia e Carlos estavam muito felizes iam se casar no final daquele mesmo ano, ela principalmente estava muito entusiasmada, pois acabara de conseguir um emprego novo seria a solução de muitos problemas e o melhor deles ia conseguir realizar um grande sonho entraria na universidade.
A vida estava em perfeita sintonia, apesar do sol estridente tudo estava saindo conforme sonhavam. Porém ela mal podia esperar, algo estava preste a acontecer...
Os primeiros dias no emprego novo foram àquelas mesmices de sempre, apresentações, treinamentos e sorrisos tímidos, a primeira pessoa que Sofia fez amizade foi Diogo um rapaz de boa aparência, bem comunicativo, prestativo e de uma simpatia fora do comum, seria seu novo companheiro de trabalho, desde o primeiro dia tiveram uma afinidade muito grande então passaram a almoçavam juntos todos os dias e eram capazes de conversar horas e horas sobre diversos assuntos.
Num certo dia no final do expediente Diogo ofereceu uma carona a Sofia e na despedida entre olhares e sorrisos aconteceu o primeiro beijo, nos dias seguintes Sofia procurou se distanciar de Diogo, mas o trabalho não permitia pois trabalhavam no mesmo projeto, então procurou ser a mais profissional possível,mas como o amor não se controla voltaram a se beijar e a partir daí tudo aconteceu muito rápido, o desejo a sintonia entre eles era inacreditável, tudo era magnífico ela outrora nunca havia sentido ou vivido nada parecido, porém enquanto mais ela pensava que aquilo não era certo o sentimento junto ao desejo só aumentavam.
Seu relacionamento estava normal, porém um pouco frio, sem graça, mas insistia ficar ao lado de Carlos, pois sabia que aquilo que estava vivendo era apenas uma fantasia, e que apesar do que estava acontecendo entre ela e Diogo o mais sensato a fazer era se casar com seu noivo e esquecer o estava acontecendo.
Um certo dia entre uns e outros bilhetes trocados entre ela e Diogo durante o expediente ela escreveu:
“Não paro de pensar em você, isso já ta se tornando uma loucura, sei que isso não esta certo, mas não tenho forças pra parar, dorme comigo esta noite, hoje quero ser sua”.
Beijos Sofia.
Carlos estava viajando á trabalho, iria ficar dois dias em viagem. No horário combinado Diogo chegou. Sofia estava vestindo uma cinta liga vermelha, os cabelos pretos e lisos soltos realçando as curvas do seu corpo onde fazia um contraste perfeito com a cor de sua pele branca; Os dois tomaram vinho, se beijaram, aquela noite foi muito especial para ambos, eles realmente descobriram que se completavam, haviam nascido um para o outro, adormeceram abraçados.
Os primeiros raios de sol invadiram o quarto era o inicio de uma manha muito ensolarada e iluminada, foi quando a fechadura da porta se abriu lentamente era Carlos sua viagem não havia dado certo, a escolta não foi necessária e ele voltará antes, ao entrar pela casa ele percebeu um clima diferente vinho na sala de jantar, roupas pelo corredor, a abertura que vinha de uma das portas do quarto lhe chamou a atenção, ele abriu a porta com muito cuidado e foi surpreendido com uma cena chocante Sofia estava nua ao lado de um homem que ele nunca vira antes, ela estava simplesmente linda ele não conseguia acreditar era sua noiva! Carlos mal podia respirar não acreditava no que via, então Carlos não pensou duas vezes, engatilhou a arma e apontou para Diogo, Sofia então se assustou pedindo para que ele se acalmasse, porém ele estava irreconhecível, ele então disparou, mas Sofia entrou na frente e o tiro acertou-lhe a nuca, o segundo disparo foi em Diogo que nem teve tempo de olhar nos olhos de seu assassino. Então Carlos ficou alguns minutos olhando o que havia feito, ficou louco pensando em tudo que acabara de acontecer e quando se deu conta de que tinha matado a mulher da sua vida a sua princesa, tentou reanima-la em uma tentativa inútil, porém Sofia não respondeu aos seus esforços inúteis, seu amor então partirá, mesmo sabendo da infidelidade de sua noiva e tendo presenciado tudo, o que sentia era muito forte, então em um ato de desespero ou quem sabe de fuga atirou em sua própria boca e morreu ao lado de seu grande amor.
No auge da paixão e da loucura que dominava Sofia talvez ela nunca tivesse imaginado que uma simples aventura chegaria a um ato cruel, naquela manha então tudo ficou mórbido, confuso, e muito triste, talvez diferente demais do que um dia Sofia tivesse sonhado pra si.
Amores, os textos postados aqui são obras de ficção e da minha cabeça imaginativa. Qualquer semelhança com a realidade terá sido (sempre) mera coincidência. E eu acredito em coincidências..rs

Caramba que trágico!
ResponderExcluirDepois de tudo, a polícia chega no local e entende instantaneamente. Até o estagiário da policia militar...rsrsrs (policia nãodeve ter estagiário, eu imagino) imagina: Um homem e uma mulher, ambos pelados, mortos um sobre o outro e um cara vestido com um tiro na boca. Fácil Fácil...rsrs
Ahhh muito boa a história, parabéns Dai...
dsconhecia desses seus dotes "litarários", inclusive, essa imaginação toda ai...rsrs
Ponha pra fora maisss do messmo...
BjooO, eu te sigo!
Acho que deve ser a convivência, será que isso pega..? rs
ResponderExcluirsou sua fã numero 0..kkk
BjoOs Rafa!
Caraca Dai, Show de bola, como ja te disse, alem de gata, e muito fmz, vc arrebenta escrevendo...q mulher de nivel heim..hahaha. O Texto e (principalmente) o comentario eu adorei...tambem acredito em coincidencia..rsrs. Bjus gata. Fe
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